Caso aconteceu em 17 de janeiro. Em boletim de ocorrência, denúncia é de que o motorista não prestou socorro. Todos os detalhes estão na matéria. Veja o vídeo do momento do atropelamento
No dia 17 de janeiro, exatamente às 5:29h , um cãozinho comunitário foi atropelado na Rodovia João Goulart, na altura de um posto de gasolina, entre Vila Nova e o Centro da Cidade. O cão foi identificado como Lobinho e foi acolhido por protetores de animais há alguns anos (veja o vídeo no final do texto).Segundo uma publicação da protetora Luciane Pires, o cãozinho ficou extremamente debilitado e com algumas partes do corpo em carne viva. As imagens foram cedidas por uma empresa de segurança eletrônica. Ainda de acordo com a protetora, Lobinho foi arrastado por mais de 100 metros ao ficar agarrado debaixo do carro, o que piorou ainda mais sua situação, somado ao impacto.O animal ficou mais de uma semana internado na clínica veterinária Papo Animal o que gerou custos muito altos. Algumas pessoas comovidas com a causa estão ajudando a pagar, mas quem quiser pode se juntar a esta corrente. Ao que parece, como sugere as imagens, o motorista que atropelou o cãozinho estaria em velocidade acima do permitido. Além disso, o motorista não parou para prestar socorro ao animal. Leis federais, estaduais e municipais garantem a obrigatoriedade de socorro aos animais pelas testemunhas do fato. Ao omitir socorro, a testemunha pode ser implicada juridicamente pelo ato.A protetora afirmou que diante das imagens das câmeras foi possível fazer um boletim de ocorrência. O veículo já teria sido identificado após uma informação cedida pela Secretaria de Ordem e Mobilidade Urbana (Smomu).“Que este caso sirva de exemplo para que os condutores possam trafegar com mais cuidado e as pessoas fiquem atentas. Da mesma forma que um cão foi atropelado, poderia ser qualquer pessoa. Lobinho é um cão comunitário castrado, vacinado, vermifugado e alimentado por pessoas comuns como nós”, finalizou Luciana.
Para ajudar e saber mais informações, entrem em contato com a protetora Luciana Pires, através do Instagram: https://www.instagram.com/luppires/A reprodução deste conteúdo em parte ou em sua totalidade, sem prévia autorização doEcoSerrano, pode acarretar em violação dos direitos autorais e resultar em uma ação judicial.