No Estado do RJ, produtos destas marcas são muito comercializados, sendo muito consumidos no Rio de Janeiro, Nova Friburgo, Itatiaia, Teresópolis, Niterói, São Gonçalo, municípios da Baixada Fluminense, entre outros. Veja quais são os produtos e as marcas na matéria
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu nesta terça-feira a comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso de dois tipos de alimentos no Brasil. Os produtos afetados são os azeites de oliva extra virgem das marcas Serrano e Cordilheira e um lote específico de coco ralado da marca Coco & Cia.A Anvisa determinou a retirada imediata de todos os lotes dos azeites Serrano e Cordilheira do mercado. Segundo a resolução publicada no Diário Oficial da União (DOU), esses produtos eram distribuídos no Brasil por “estabelecimentos desconhecidos”, o que configura uma violação à legislação sanitária. Além disso, a comercialização de um lote de coco ralado da marca Coco & Cia também foi proibida.
Azeites Serrano e Cordilheira: Por que a proibição?
A proibição dos azeites de oliva extra virgem Serrano e Cordilheira, ambos com 0,5% de acidez, se deu devido à falta de informações sobre os responsáveis pela distribuição dos produtos no Brasil. A Anvisa informou que não foi possível identificar o fabricante e o distribuidor oficial das marcas, o que levantou questões sobre a qualidade e segurança dos produtos.
Coco Ralado Coco & Cia: Lote suspenso
A Anvisa também suspendeu o lote 030424158 do coco ralado da marca Coco & Cia. A decisão foi tomada após o Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal identificar níveis insatisfatórios de dióxido de enxofre no produto durante análises laboratoriais. O dióxido de enxofre, quando presente em quantidades acima do permitido, pode representar riscos à saúde dos consumidores, especialmente para pessoas com alergias ou problemas respiratórios.
Medidas imediatas
Com a decisão, a Anvisa determinou que todos os estabelecimentos que comercializem esses produtos realizem a retirada imediata dos lotes afetados. A agência reforça a importância de os consumidores estarem atentos aos produtos adquiridos, especialmente aqueles que podem afetar diretamente a saúde pública.