Empresa vai receber valor ainda maior do que os últimos dois contratos assinados. Pacientes já flagraram larva e molusco dentro das quentinhas
Na última sexta-feira, 24, a Prefeitura de Nova Friburgo renovou por mais três meses o contrato com a Bref Gestão Empresarial Ltda. A empresa continuará responsável pelo fornecimento de alimentação no Hospital Municipal Raul Sertã. Segundo a publicação do Diário Oficial, a empresa receberá R$ 4.172.018,58 por três meses de serviço, o que dá R$ 1.390.672,86 por mês.No início deste ano, conforme foi divulgado no Diário Oficial Eletrônico de 16 de janeiro, a mesma empresa foi a vencedora da licitação para fornecer alimentação ao HMRS por R$ 12.720.814,66 por 12 meses, ou seja, R$ 1.060.067,88 por mês.Este ano, de acordo com outra publicação do Diário Eletrônico, a mesma empresa teria firmado contrato de seis meses, com início em 16 de fevereiro de 2023 com término em 16 de agosto de 2023, ao valor de R$ 6.360.524,90. Ao término deste contrato, um outro teria sido assinado e passado a vigorar um dia depois, em 17 de agosto de 2023, com término em 17 de novembro de 2023 (três meses) ao valor de R$ 3.501.702,14.No segundo contrato, por mês, a alimentação custou aos cofres públicos R$ 1.060.087,48. O terceiro contrato custou, por mês, R$ 1.167.234,04. A diferença mensal foi de R$ 107.146,56. Já no atual contrato que se encerra em fevereiro de 2024, a diferença de um mês para o outro é de R$223.438,82.
Larva e caramujo foram encontrados na comida
Em outubro, uma paciente encontrou uma larva dentro de uma das quentinhas servidas no HMRS. Em novembro foi a vez de outro paciente encontrar um caramujo dentro do recipiente. Circulou nas redes sociais, a imagem de várias quentinhas jogadas fora sem que tivessem sido consumidas em sua totalidade porque, de acordo com os pacientes, estariam azedas.Os vereadores Maiara Felício, Priscilla Pitta, Marcinho Alves e Maicon Queiroz chegaram a visitar a sede da empresa fornecedora das quentinhas. Durante a vistoria, os parlamentares informaram que encontraram alimentos em locais inapropriados de conservação, além de terem flagrado carne estragada.À época, a Secretaria de Saúde havia informado que notificaria a empresa e iria esperar a Defesa em tempo hábil para analisar que medidas seriam cabíveis diante da situação.A reprodução deste conteúdo em parte ou em sua totalidade, sem prévia autorização doEcoSerrano, pode acarretar em violação dos direitos autorais e resultar em uma ação judicial.Redes Sociais do EcoSerranoTelegramGrupo de Whatsapp 3Grupo de Whatsapp 2Grupo de Whatsapp 1 Instagram: @ecoserranoFacebook: @ecoserranooTwitter: @serrano_ecoYoutube: EcoSerrano