Manifestação com bandeira do Brasil e balões em protesto contra a anistia a golpistas.

STIVNF apoia movimentos contra anistia a golpistas e PEC da Blindagem

Sindicato reafirma compromisso com a democracia e valorização do trabalhador

O Sindicato dos Trabalhadores da Indústria do Vestuário de Nova Friburgo e região (STIVNF) manifestou seu apoio aos movimentos pacíficos e democráticos realizados no último domingo (21/09) contra a anistia a golpistas e a chamada PEC da Blindagem, proposta que prevê a autorização do Congresso Nacional para barrar processos criminais de deputados e senadores. O STIVNF, com histórico consolidado de luta pela valorização do trabalhador e por pautas progressistas de políticas sociais, destaca a importância da mobilização como resposta a projetos que visam blindar interesses políticos de uma casta privilegiada, em detrimento da sociedade.

Milhares nas ruas em defesa da democracia

As manifestações tomaram diversas capitais do Brasil, incluindo São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro, reunindo milhares de cidadãos — estudantes, trabalhadores, artistas e famílias. No Rio, o ato em Copacabana contou com um “show histórico” de artistas como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque, Djavan e Paulinho da Viola. Segundo registros da imprensa internacional, os atos tiveram ampla repercussão:
  • No Reino Unido, o The Guardian destacou a força popular e a liderança cultural dos artistas. 
  • Na Espanha, o El País relatou manifestações em mais de 20 cidades, reforçando a dimensão nacional do movimento. 
  • A DW da Alemanha e a Al Jazeera ressaltaram a crítica à tentativa de blindagem parlamentar e a insatisfação com a anistia a Bolsonaro. 
  • A BBC enfatizou a indignação popular diante da aprovação de medidas que dificultam processos criminais contra políticos. 
  • A agência AFP descreveu cenas em Copacabana, com multidões cantando e um boneco inflável de Bolsonaro circulando entre manifestantes. 
Na América Latina, veículos como TeleSur e La Nación também destacaram a amplitude das mobilizações, envolvendo sindicatos, partidos de esquerda e cidadãos organizados.

Protagonismo cultural e simbólico

Os protestos não apenas demonstraram resistência política, mas reforçaram o papel simbólico da sociedade civil na defesa da democracia. Artistas de renome nacional e internacionalmente reconhecidos pela resistência à ditadura militar (1964-85) lideraram atos culturais, mostrando que a luta por direitos sociais e civis continua viva. Conforme a imprensa internacional, a mensagem projetada ao mundo é clara: uma parcela significativa da sociedade brasileira rejeita tanto a anistia quanto a tentativa de blindagem parlamentar, reafirmando seu compromisso com os valores democráticos e a transparência política.

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