Entidade sindical está na bronca após aprovação de projeto de lei a qual considera retrocesso para a categoria
O ano de 2025 começou com uma série de preocupações para os profissionais da educação de Nova Friburgo. Durante uma sessão extraordinária realizada no final de janeiro, a Câmara Municipal aprovou três projetos de lei que, na avaliação dos educadores, comprometem direitos históricos da categoria e facilitam punições severas contra os servidores.Entre os principais pontos contestados, está a revogação do adicional de difícil acesso, um benefício essencial para professores que atuam em áreas remotas do município. Além disso, as novas regras aumentam a possibilidade de punições, incluindo a suspensão de aposentadorias e até mesmo a exoneração de servidores concursados, medidas vistas como arbitrárias por sindicatos e representantes da classe.A aprovação dos projetos ocorreu com amplo apoio dos vereadores aliados ao prefeito Johnny Maycon, que apresentou a proposta. A matéria foi colocada em votação pelo presidente da Câmara, Dirceu Tarden, e recebeu maioria favorável no plenário.Diante da decisão, o Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação de Nova Friburgo (SEPE-NF) manifestou seu descontentamento publicamente. Em uma postagem no Instagram, a entidade criticou duramente o presidente do Legislativo municipal, classificando-o como “desqualificado” para exercer a função e acusando-o de ceder aos interesses do Executivo.Veja a publicação: https://www.instagram.com/p/DF0Z2Vvu-hs/A aprovação das medidas gerou revolta entre os educadores, que agora se mobilizam para reverter os impactos das mudanças. A categoria estuda novas estratégias de pressão política, incluindo protestos e ações judiciais, para tentar restabelecer os direitos retirados.