Vista aérea da Praia de Copacabana no Rio de Janeiro, com prédios e montanhas ao fundo.

Principal praia do Rio, de fama internacional, está desaparecendo

Grande problema “silencioso” preocupa e pode ter consequências devastadoras

Copacabana em risco: erosão avança e praia pode desaparecer até 2075

A famosa Praia de Copacabana, um dos principais cartões-postais do Rio de Janeiro e do Brasil, vem sofrendo um processo silencioso, porém alarmante: a erosão de sua faixa de areia. Estudos recentes da Coppe-UFRJ e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente apontam que, em uma década, a praia perdeu até 55 metros de largura em alguns trechos, o que representa quase 50% de redução em áreas mais estreitas.

Entenda a Mudança

🔗 Leia a matéria completa no Agenda do Poder:
👉 https://agendadopoder.com.br/o-que-esta-acontecendo-na-praia-de-copacabana-entenda-o-fenomeno-que-preocupa-especialistas/

Entenda a Mudança

A erosão é provocada por fatores naturais e humanos. A elevação do nível do mar, o aumento das ressacas e as obras urbanas, como prédios e calçadões, impedem a movimentação natural da areia. A falta de vegetação nativa agrava ainda mais o quadro. Segundo o biólogo Pedro Lázaro, a areia que antes era redistribuída pelas marés agora fica presa pelas estruturas da cidade.


O Que Pode Acontecer?

Se nada for feito, a situação pode se agravar. Projeções indicam que, até 2075, a Praia de Copacabana pode perder até 50% de sua largura atual, colocando em risco o turismo, o comércio local e até o calçadão. Obras emergenciais, como muralhas de contenção, podem ser necessárias — alterando profundamente a paisagem da orla carioca.


O Que Fazer Agora?

Apesar do cenário preocupante, existem soluções eficazes já aplicadas em outras partes do mundo. Em Miami Beach (EUA), a faixa de areia é engordada a cada 5 ou 10 anos. Na Austrália, a cidade de Gold Coast utiliza bombas para redistribuição constante de areia. As Ilhas Maldivas, por sua vez, investiram em barreiras submersas artificiais para conter a erosão.


GRUPOS DE WHATSAPP DO ECOSERRANO:

Back To Top