Em vídeo prefeito justificou a falta de pagamento, mas disse que o “núcleo central” da Educação recebeu. Saiba o que pode ser o núcleo central
O prefeito de Nova Friburgo, Johnny Maycon, admitiu atraso no pagamento do 1/3 de férias dos educadores, prometido para 7 de janeiro. Em vídeo nas redes sociais, ele atribuiu o problema a uma falha bancária e afirmou que medidas seriam adotadas.
Atraso no atraso: A expectativa do pagamento do adicional de 1/3 de férias dos educadores da rede municipal de Nova Friburgo, era para o dia 7 de janeiro, não foi realizado de forma integral. Em vídeo publicado nas redes sociais oficiais, o prefeito reconheceu o atraso e pediu desculpas aos servidores da educação, afirmando que houve um erro no processamento bancário da operação.
Prefeito admite erro e aponta falha bancária: Segundo Johnny Maycon, a falha teria ocorrido após a quantia ter saído dos cofres da prefeitura, no momento do repasse dos valores, o que teria impedido que todos os educadores recebessem o pagamento no prazo anunciado. No vídeo, que fica disponível por tempo limitado nas redes sociais, o prefeito afirmou que determinou à Secretaria Municipal de Fazenda a abertura de uma notificação formal à instituição bancária responsável pela operação, ao que tudo indica o Banco Bradesco.
Pagamento parcial gerou questionamentos entre servidores: De acordo com relatos de servidores e com a própria fala do prefeito, apenas uma parcela dos educadores teve o valor depositado, enquanto a maioria permaneceu sem o crédito do 1/3 de férias. A situação gerou insatisfação entre profissionais da educação, especialmente diante da expectativa criada. Na manhã desta quinta-feira, 8, a situação foi regularizada e todos os servidores receberam os valores em atraso.
Suposta priorização de núcleos administrativos: Ainda conforme as informações apresentadas pelo prefeito, o pagamento teria ocorrido inicialmente para servidores que atuam no núcleo central da administração, o que levantou questionamentos sobre o critério adotado. A fala sugere que profissionais lotados em áreas administrativas ou que exercem funções comissionadas dentro da estrutura da Secretaria Municipal podem ter sido priorizados, enquanto educadores em sala de aula não receberam os valores no mesmo momento.
Critério de pagamento entra em debate: A situação levantou dúvidas entre os servidores sobre a forma de organização da folha de pagamento, uma vez que, ao que indicam os relatos, o repasse não teria seguido critérios como ordem alfabética ou número de matrícula funcional. Embora não haja confirmação oficial sobre hierarquização nos pagamentos, o episódio deixou os servidores em alerta sobre transparência e isonomia no repasse de direitos trabalhistas no município.
Prefeitura promete providências administrativas: No vídeo, Johnny Maycon afirmou que o secretário municipal de Fazenda foi orientado a formalizar a ocorrência junto ao banco e a adotar medidas administrativas para corrigir o problema e evitar novos atrasos.
Impacto direto na educação municipal: O atraso no pagamento do 1/3 de férias ocorre em um período sensível para os profissionais da educação, que aguardam o cumprimento dos compromissos financeiros para organização pessoal e familiar antes do início do ano letivo. O caso segue sendo acompanhado por servidores e sindicatos, que aguardam posicionamento oficial sobre a normalização dos pagamentos.
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