Mãos unidas em sinal de união e acordo, representando negociação salarial.

Professores da rede privada de Nova Friburgo conseguem importante reajuste salarial

Negociação teve grande polêmica. Veja todas as informações na matéria

 
NOVO GRUPO – EcoSerrano Sem Regras: https://chat.whatsapp.com/G9Rv2lT2dDxCwWeBCUPLvs?mode=ac_t
 

Reajuste salarial é garantido para professores da educação básica

O Sindicato dos Professores de Nova Friburgo e Região (Sinpro) anunciou nesta semana a assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho 2025-2026, em acordo com o SINEPE-RJ, sindicato patronal das escolas particulares. O documento garante um reajuste de 5,32% nos salários de todos os professores da Educação Básica da rede privada. O valor é retroativo a maio, totalizando 15,96% de correção acumulada a ser paga em julho e incluída no salário dos profissionais já no início de agosto.

Conquista mantém direitos e amplia negociações por novas garantias

Além da reposição salarial, o Sinpro destacou que todos os direitos adquiridos nas convenções anteriores foram preservados. A entidade também afirmou que seguirá negociando com o sindicato patronal novas cláusulas, como:
  • Remuneração específica para provas adaptadas a alunos com deficiência; 
  • Regulação da “hora tecnológica”; 
  • Proibição de cobranças via redes sociais fora do horário de trabalho; 
  • Ações voltadas para a saúde física e mental dos docentes, uma das maiores preocupações da categoria atualmente. 

Taxa negocial de 2% gera controvérsia entre professores e escolas

A convenção prevê ainda a cobrança de uma taxa negocial única de 2% sobre o salário dos professores — medida aprovada em assembleia convocada pelo sindicato. No entanto, algumas escolas e contadores estariam alertando sobre a possibilidade de oposição ao desconto sem mencionar os reajustes conquistados, segundo o Sinpro. A entidade classifica essas ações como “antissindicais” e alerta que, sem esse repasse, o sindicato poderá encerrar suas atividades, já que não recebe qualquer apoio patronal e sobrevive exclusivamente com recursos da categoria. “Sem sindicato, não tem convenção coletiva nem reajuste. Reajuste não cai do céu!”, afirmou a diretoria do Sinpro em comunicado oficial.

Sindicato reforça importância da contribuição para continuidade da luta

O Sinpro argumenta que a taxa negocial é fundamental para manter a estrutura que defende os interesses da categoria, especialmente diante da pressão de escolas que ameaçam demitir professores filiados. “A ameaça de demissão é real. Muitos patrões não querem ter empregados ligados ao sindicato”, afirma o texto. O sindicato reforça que seguirá atuando na defesa dos educadores da rede privada e pede que a categoria apoie a estrutura sindical para garantir futuras conquistas.

GRUPOS DE WHATSAPP DO ECOSERRANO:

Back To Top