Evento acontece no final deste ano. Um dos artistas contratados já revelou em rede nacional ter assado cachorro vivo, após vício com álcool e drogas, mas conseguiu redenção
Evento gospel em Nova Friburgo custará R$ 380 mil aos cofres públicos
A Prefeitura de Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio, confirmou a contratação de dois shows musicais para a comemoração da Reforma Protestante 2025, que acontece em outubro e novembro deste ano. Os contratos, firmados por inexigibilidade de licitação, somam R$ 380 mil.
Entenda o caso
Conforme publicação no Diário Oficial, o prefeito Johnny Maycon ratificou duas inexigibilidades de licitação, amparadas pelo artigo 74, inciso II, da nova Lei de Licitações (14.133/21).A contratação foi respaldada por justificativas da Secretaria Municipal de Turismo e parecer jurídico favorável da Procuradoria Geral do Município.
Os artistas contratados
Thalles Roberto, conhecido no cenário gospel por músicas como Arde Outra Vez e Casa do Pai, fará show no dia 31 de outubro de 2025, na Praça do Suspiro, no Centro de Nova Friburgo. O valor da contratação é de R$ 190 mil, e a empresa responsável é a Oficina Digital Produções, Marketing e Agenciamento de Viagens Ltda (CNPJ 15.605.031/0001-43).No dia seguinte, 01 de novembro, será a vez da banda Morada, também por R$ 190 mil, contratada pela empresa Banda Morada Produções e Eventos Ltda (CNPJ 33.667.661/0001-24).
Controvérsias em torno do cantor Thalles Roberto
Apesar do sucesso entre o público evangélico e uma trajetória marcada por superação — incluindo o abandono do vício em álcool e drogas —, Thalles Roberto se envolveu em uma polêmica grave.Em uma entrevista ao programa Fala Que Eu Te Escuto, o cantor relatou um episódio perturbador: teria embriagado seu cachorro e, em seguida, assado o animal vivo dentro de um forno. O caso foi repercutido por diversos portais e canais nas redes sociais, como Instagram e YouTube.O fato continua gerando reações intensas do público, especialmente de protetores de animais e lideranças religiosas.🔗 Fontes:
É um tipo de contratação direta permitida por lei quando não há concorrência viável, como no caso de artistas com atuação exclusiva. No entanto, isso não impede que a administração pública preste contas e que a sociedade civil fiscalize os gastos com dinheiro público.