Caveirão em operação no Complexo do Alemão, Rio de Janeiro.

Megaoperação no Complexo do Alemão mobiliza 2.500 policiais

Vídeo tem imagens exclusivas de megaoperação, com intenso tiroteio, confronto com blindados, entre outras imagens.

Megaoperação no Complexo do Alemão e Penha mobiliza 2.500 policiais nesta terça-feira após confronto entre facções que deixou quatro mortos na segunda-feira. Ação cumpre 100 mandados de prisão e apreensão. Nesta terça-feira (28), uma megaoperação no Complexo do Alemão e áreas do Complexo da Penha mobiliza 2.500 policiais, com apoio de blindados e helicópteros, para cumprimento de 100 mandados de busca, prisão e apreensão. A ação é coordenada pelas polícias Civil, Militar e GAECO, e ocorre em resposta ao aumento da tensão entre facções criminosas na Zona Norte do Rio de Janeiro (VÍDEOS ABAIXO).
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Até o momento, dois suspeitos morreram, ele teriam vindo da Bahia, uma pessoa em situação de rua foi atingida nas costas, na Rua Aimoré, e foi encaminhada para o hospital, socorrida por um morador local.       O conflito que motivou a operação aconteceu na última segunda-feira, quando cerca de 70 homens armados, vindos do Complexo do Alemão, Complexo da Penha e favelas da Baixada Fluminense, tentaram invadir o Morro da Quitanda, território dominado pelo Terceiro Comando Puro (TCP). Durante o confronto, quatro pessoas morreram: dois civis inocentes e dois suspeitos, segundo registros oficiais. Moradores relataram momentos de pânico, com barricadas improvisadas e rajadas de fuzis, além de granadas lançadas para atingir invasores. De acordo com testemunhas, Marli Macedo dos Santos, de 60 anos, foi baleada em sua residência e não resistiu aos ferimentos. Outro civil, Elison Nascimento Vasconcelos, de 33 anos, também morreu atingido por bala perdida. Dois suspeitos do grupo invasor morreram em confronto com a polícia, e cinco foram presos. Foram apreendidos sete fuzis, uma granada, munição e seis veículos. Segundo informações oficiais, a ação desta terça-feira foca em pontos estratégicos utilizados pelas facções, rotas de fuga e áreas de circulação de armamento. Documentos indicam que a megaoperação visa desarticular núcleos armados e impedir novas tentativas de invasão, mantendo a segurança da população local. Ainda não há informações sobre prisões ou apreensões realizadas hoje, mas a movimentação é intensa e contínua.

Impactos na rotina da população:

  • Escolas fechadas: 17 na Penha e 26 no Complexo do Alemão;

  • Unidades básicas de saúde fechadas: 4;

  • Transporte público: atrasos em 12 linhas de ônibus;

  • Circulação reduzida e clima de alerta na região; moradores evitam sair de casa por medo de drones e confrontos.

Segundo documentos oficiais, a megaoperação busca desarticular núcleos armados, impedir novas tentativas de invasão e garantir segurança à população local. Drones utilizados por criminosos sobrevoam áreas estratégicas, aumentando o risco para policiais e moradores.

A movimentação policial permanece intensa, com blindados e helicópteros acompanhando cada rota e entrada de possíveis grupos armados, enquanto o governo acompanha de perto os desdobramentos e reforça o alerta para moradores.

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