Criança estava no colo da mãe, entrando no veículo, no momento do choque. Veja os detalhes
Uma mãe registrou uma ocorrência após um caminhão-guincho atingir a porta de seu carro enquanto ela realizava o embarque da filha em frente à Creche Soninho, na Rua General Osório, em Nova Friburgo. Segundo o relato apresentado à polícia, o acidente aconteceu na quinta-feira, 1º de outubro, por volta das 17h45, durante a chuva e no horário de saída da unidade.
A mulher afirma que estava junto à filha pequena, entre o automóvel e o caminhão, quando houve o impacto. A porta, que estava entreaberta, ficou presa à estrutura do guincho. No registro, ela informou que a criança não apresentou lesões aparentes, mas que a situação provocou forte abalo emocional.
O nome da mãe e os dados que possam identificar a criança serão preservados. A ocorrência foi registrada pela internet, na mesma noite, e está vinculada à 151ª Delegacia de Polícia.
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Mãe diz que utilizava vaga de embarque e desembarque escolar
De acordo com a versão registrada, a mulher estacionou em uma vaga destinada ao embarque e desembarque de alunos, em frente à creche, na altura do número 139 da Rua General Osório. Ela informou que o pisca-alerta do carro estava acionado.
A mãe relatou que carregava a filha, uma mochila e um guarda-chuva. Segundo ela, a disposição das duas cadeirinhas infantis no veículo levou à realização do embarque pela porta voltada para a via.
Ainda conforme o documento, a porta foi deixada entreaberta enquanto a criança era acomodada no interior do automóvel. Nesse momento, o caminhão-guincho passou ao lado e atingiu a porta.
A descrição da dinâmica corresponde à versão apresentada pela comunicante. O boletim não traz uma conclusão sobre a responsabilidade pelo acidente.
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Funcionários da creche prestaram auxílio
A mulher afirmou que ficou muito abalada após o impacto e recebeu ajuda de funcionários da Creche Soninho. Segundo seu relato, a equipe ofereceu água e acolheu a filha, levando a criança novamente para o interior da unidade.
O atendimento prosseguiu até a chegada do marido, chamado para ajudá-la. O documento registra danos na porta do automóvel, mas não apresenta orçamento de reparo ou estimativa do prejuízo.
Embora a mãe tenha informado que a filha não apresentava lesões aparentes, o boletim não inclui avaliação médica. Também não há informação sobre atendimento hospitalar.
Condutor parou no local e houve divergência sobre o prejuízo
Segundo a mãe, o motorista do guincho parou após o acidente e forneceu seu contato.
Em conversa posterior, conforme a versão registrada, ele atribuiu a responsabilidade à mulher, alegando que a abertura da porta teria provocado a colisão. No relato encaminhado ao EcoSerrano, ela acrescenta que o contato aconteceu no dia seguinte e que o condutor disse que ela deveria arcar com o prejuízo.
Essa posição do motorista é reproduzida a partir do relato da mãe. Não há, no material disponível para esta reportagem, manifestação direta do condutor sobre a dinâmica ou os danos.
O registro foi classificado como “fato atípico” e documenta a comunicação apresentada. O documento fornecido não contém conclusão pericial ou decisão sobre quem deve responder pelo prejuízo.
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Relato questiona segurança após mudança para mão dupla
Além de documentar o acidente, a mãe quer chamar atenção para as condições de circulação na Rua General Osório. Ela afirma que a via passou recentemente de mão única para mão dupla e considera que a mudança exige atenção à segurança de pedestres e às operações de embarque e desembarque.
No boletim, a mulher menciona a presença de estabelecimentos escolares, clínicas e unidade hospitalar ao longo da rua, com circulação de veículos e pedestres.
Ela também questiona se caminhões podem trafegar naquele trecho. Entretanto, o material apresentado não inclui a regulamentação local ou informação oficial que permita afirmar que o guincho estivesse circulando em desacordo com alguma restrição.
Da mesma forma, o relato não permite concluir que a mudança de sentido tenha causado o acidente. A preocupação apresentada pela mãe é com a convivência entre veículos, pedestres e famílias que precisam acessar os estabelecimentos da via.
Sinalização e circulação de veículos são pontos a esclarecer
O episódio levanta questões de interesse público sobre o funcionamento da vaga escolar, o espaço disponível para embarque de crianças e as regras de circulação de veículos de maior porte naquele trecho.
O material disponível não traz posicionamento do órgão municipal responsável pelo trânsito sobre esses pontos ou sobre a alteração para mão dupla. Também não apresenta avaliação técnica das condições de segurança em frente à creche.
Ao registrar a ocorrência, a mãe pediu a documentação dos danos e da situação de risco que afirma ter vivenciado com a filha. A responsabilidade pelo acidente e as dúvidas sobre a regulamentação do trecho permanecem sem esclarecimento nos documentos apresentados.
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