Foto de Arquivo Geada - Vale dos Deuses - Parque Estadual dos Três Picos - Nova Friburgo

Extremos: Rio de Janeiro tem as cidades mais frias e mais quentes do Brasil

Frio intenso e calor escaldante: vejam as cidades do RJ que dominam os rankings do país

O Estado do Rio de Janeiro vem se destacando nos registros meteorológicos nacionais por abrigar tanto a cidade mais fria quanto a mais quente do país. De acordo com as medições realizadas às 09h40 desta quinta-feira (13), o município de Itatiaia foi, mais uma vez, o local mais gelado do Brasil. Em contraste, dois bairros do Rio de Janeiro registraram as temperaturas mais elevadas do ranking nacional.

Itatiaia mantém título de cidade mais fria do Brasil

Nos últimos dias, Itatiaia (foto de capa: Ilustrativa) tem liderado as medições de frio, especialmente na região do Parque Nacional de Itatiaia. Na medição mais recente, a temperatura na estação Campo Belo, localizada na área do parque, atingiu 4,2°C às 03h48 da madrugada. Outras cidades que registraram temperaturas baixas incluem:
  • Alagoa (MG) – 8,1°C às 03h50
  • Delfim Moreira (MG) – 9,9°C às 06h15
  • Morro da Antena (Itatiaia – MG/RJ) – 10,6°C às 04h55
  • Itamonte (MG) – 12,1°C às 03h45

Bairros do Rio de Janeiro entre os mais quentes

No extremo oposto, a cidade do Rio de Janeiro se destacou com temperaturas elevadas já nas primeiras horas da manhã. O bairro de Campo Grande registrou a maior temperatura do Brasil no horário, com 33,6°C às 09h25. Já a região de Marambaia, também na capital fluminense, marcou 33,4°C às 09h00. Outros municípios que registraram altas temperaturas incluem:
  • Conselheiro Lafaiete (MG) – 32,7°C às 08h20
  • Macaé (RJ) – 32,5°C às 09h29
  • Alfredo Chaves (ES) – 32,5°C às 09h00
  • Paraty (RJ) – 32,1°C às 09h00

Clima no Rio de Janeiro: extremos cada vez mais frequentes

Esses registros reforçam um padrão climático característico do estado do Rio de Janeiro, que abriga tanto áreas de grande altitude e baixas temperaturas quanto regiões litorâneas e urbanizadas, onde o calor é intenso. Especialistas indicam que esse fenômeno pode estar relacionado a variações sazonais e ao efeito da urbanização, que intensifica as ilhas de calor.

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