Investigação da Polícia Civil aponta que transferências eram feitas após falsas urgências e contatos enganosos com vítimas. Caso ainda tem revelações bombásticas. Veja o vídeo
Quem passou pelo local encontrou uma nova etapa da investigação já em andamento na Barra da Tijuca, onde a prisão foi realizada. A suspeita, de 31 anos, é natural de Nova Friburgo e, segundo a apuração policial, o prejuízo identificado até agora ultrapassa R$ 40 mil. O caso segue em análise para verificar se outras vítimas também foram atingidas.
Caso tem grande revelação. Veja no final do texto. Reportagem com vídeo
Quem passou pelo local encontrou uma movimentação policial ligada a um caso de estelionato que vinha sendo investigado há semanas no Rio de Janeiro. Segundo atualização divulgada pela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, Marcele Brollo, de 31 anos, natural de Nova Friburgo, foi presa suspeita de participação em um esquema conhecido como “golpe do Pix”, com prejuízo superior a R$ 40 mil.
Polícia aponta transferências feitas após falsa urgência: De acordo com as investigações, o método consistia em induzir vítimas a realizarem transferências bancárias imediatas por Pix, geralmente sob alegação de urgência financeira ou utilizando identidade de terceiros. Após o recebimento dos valores, segundo os investigadores, os contatos eram interrompidos, dificultando a tentativa de recuperação do dinheiro. A apuração busca agora identificar se o número de vítimas é maior do que o inicialmente registrado.
Investigações avançam para verificar outros envolvidos: A prisão ocorreu na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio, e integra uma linha de investigação sobre possíveis ocorrências semelhantes. Há um ponto operacional que amplia a leitura desta atualização: a polícia analisa se houve apoio de outras pessoas no recebimento, movimentação ou ocultação dos valores transferidos.
Histórico judicial também aparece em consultas públicas: Contra a suspeita existem registros de ações judiciais em que ela aparece citada em processos relacionados a acusações como furto qualificado e pedidos de indenização por dano material. Esses registros, no entanto, seguem tramitando de forma independente e não significam condenação automática nos casos mencionados.
Relatos de vítimas circulam nas redes sociais: Após a divulgação da prisão, relatos publicados em redes sociais passaram a reunir outras situações atribuídas por comerciantes e ex-vítimas à investigada. Um restaurante afirmou ter registrado prejuízo de R$ 1.500.
Outro relato publicado afirma: “Peguei roubando produtos importados aqui na loja.” Também há comentário de uma ex-gerente de loja relatando tentativa semelhante em anos anteriores. Esses relatos ainda não substituem prova judicial e podem ser analisados pelas autoridades caso formalizados.
Quem pode ter sido afetado deve procurar a polícia: A orientação para quem identifica situação semelhante é registrar ocorrência formal, apresentar comprovantes de transferência, conversas e dados bancários utilizados no contato. Isso ajuda a consolidar o material investigativo e pode ampliar o alcance da apuração.
Caso segue aberto para novos desdobramentos: A expectativa agora é pela continuidade das diligências e pela análise de novos elementos que possam indicar a extensão total do prejuízo causado. A investigação permanece em andamento e outras medidas ainda podem ser adotadas nos próximos dias.
Atualizado às 18h48
Entenda o caso
Qual foi o valor do prejuízo identificado? Mais de R$ 40 mil.
Onde ocorreu a prisão? Na Barra da Tijuca, no Rio.
A investigação terminou? Não. O caso continua em andamento.