Imagem de satélite mostra frente fria e ventos costeiros no Rio de Janeiro.

Cidades do Rio de Janeiro tem retorno de inimigo invisível e alerta de níveis críticos

Veja as regiões mais sensíveis aos alertas e as orientações de seguranças emitidas 

Umidade relativa do ar atinge níveis críticos no Rio de Janeiro

O Estado do Rio de Janeiro enfrenta uma condição de umidade relativa do ar em níveis críticos, variando entre 20% e 30%, segundo alertas recentes do Climatempo e do INMET. O fenômeno, típico do período de menor chuva e alta insolação, representa risco à saúde, principalmente para crianças, idosos e pessoas com problemas respiratórios. Os níveis ideais de umidade relativa do ar são entre 50% e 80%, garantindo conforto e reduzindo riscos de desidratação e irritações respiratórias. Já níveis abaixo de 30% são considerados críticos, podendo causar ressecamento das vias respiratórias, olhos e pele, além de aumento do risco de incêndios florestais.

Principais orientações de segurança

Especialistas recomendam cuidados básicos para minimizar os efeitos da baixa umidade:
  • Hidratação constante: beba água regularmente, mesmo sem sentir sede.
  • Evite esforço físico intenso nas horas mais quentes do dia.
  • Umidificação do ambiente: use vaporizadores ou toalhas molhadas em quartos e salas.
  • Proteção da pele e olhos: aplique hidratantes e, se possível, use óculos de proteção em ambientes muito secos.
  • Redução do risco de incêndios: evite queimadas e não jogue lixo em áreas de vegetação.

Previsão para os próximos dias

Os boletins meteorológicos indicam que a crise de umidade deve se manter nos próximos dias, principalmente em áreas da região metropolitana, Baixada Fluminense, Costa Verde e Sul Fluminense. A combinação de clima seco e temperaturas elevadas exige atenção redobrada da população. Segundo o INMET, qualquer nível abaixo de 30% deve ser considerado crítico, e autoridades de saúde alertam para medidas preventivas em escolas, empresas e residências.

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