Porta lateral de carro cinza junto à plataforma de um caminhão-guincho, em rua com pavimento molhado.

Mãe e filha quase são atingidas por caminhão guincho em acidente em Nova Friburgo

Criança estava no colo da mãe, entrando no veículo, no momento do choque. Veja os detalhes

Uma mãe registrou uma ocorrência após um caminhão-guincho atingir a porta de seu carro enquanto ela realizava o embarque da filha em frente à Creche Soninho, na Rua General Osório, em Nova Friburgo. Segundo o relato apresentado à polícia, o acidente aconteceu na quinta-feira, 1º de outubro, por volta das 17h45, durante a chuva e no horário de saída da unidade.

A mulher afirma que estava junto à filha pequena, entre o automóvel e o caminhão, quando houve o impacto. A porta, que estava entreaberta, ficou presa à estrutura do guincho. No registro, ela informou que a criança não apresentou lesões aparentes, mas que a situação provocou forte abalo emocional.

O nome da mãe e os dados que possam identificar a criança serão preservados. A ocorrência foi registrada pela internet, na mesma noite, e está vinculada à 151ª Delegacia de Polícia.

SIGA O PORTAL ECOSERRANO NO INSTAGRAM: CLIQUE AQUI

Mãe diz que utilizava vaga de embarque e desembarque escolar

De acordo com a versão registrada, a mulher estacionou em uma vaga destinada ao embarque e desembarque de alunos, em frente à creche, na altura do número 139 da Rua General Osório. Ela informou que o pisca-alerta do carro estava acionado.

A mãe relatou que carregava a filha, uma mochila e um guarda-chuva. Segundo ela, a disposição das duas cadeirinhas infantis no veículo levou à realização do embarque pela porta voltada para a via.

Ainda conforme o documento, a porta foi deixada entreaberta enquanto a criança era acomodada no interior do automóvel. Nesse momento, o caminhão-guincho passou ao lado e atingiu a porta.

A descrição da dinâmica corresponde à versão apresentada pela comunicante. O boletim não traz uma conclusão sobre a responsabilidade pelo acidente.

Jornalismo profissional se fortalece com boas parcerias: Lavô Lavanderia e Portal EcoSerrano juntos pela informação de qualidade: Visite o Instagram da Lavô.

Funcionários da creche prestaram auxílio

A mulher afirmou que ficou muito abalada após o impacto e recebeu ajuda de funcionários da Creche Soninho. Segundo seu relato, a equipe ofereceu água e acolheu a filha, levando a criança novamente para o interior da unidade.

O atendimento prosseguiu até a chegada do marido, chamado para ajudá-la. O documento registra danos na porta do automóvel, mas não apresenta orçamento de reparo ou estimativa do prejuízo.

Embora a mãe tenha informado que a filha não apresentava lesões aparentes, o boletim não inclui avaliação médica. Também não há informação sobre atendimento hospitalar.

Condutor parou no local e houve divergência sobre o prejuízo

Segundo a mãe, o motorista do guincho parou após o acidente e forneceu seu contato.

Em conversa posterior, conforme a versão registrada, ele atribuiu a responsabilidade à mulher, alegando que a abertura da porta teria provocado a colisão. No relato encaminhado ao EcoSerrano, ela acrescenta que o contato aconteceu no dia seguinte e que o condutor disse que ela deveria arcar com o prejuízo.

Essa posição do motorista é reproduzida a partir do relato da mãe. Não há, no material disponível para esta reportagem, manifestação direta do condutor sobre a dinâmica ou os danos.

O registro foi classificado como “fato atípico” e documenta a comunicação apresentada. O documento fornecido não contém conclusão pericial ou decisão sobre quem deve responder pelo prejuízo.

Acompanhe o Canal Rio da Depressão: Clique Aqui

Relato questiona segurança após mudança para mão dupla

Além de documentar o acidente, a mãe quer chamar atenção para as condições de circulação na Rua General Osório. Ela afirma que a via passou recentemente de mão única para mão dupla e considera que a mudança exige atenção à segurança de pedestres e às operações de embarque e desembarque.

No boletim, a mulher menciona a presença de estabelecimentos escolares, clínicas e unidade hospitalar ao longo da rua, com circulação de veículos e pedestres.

Ela também questiona se caminhões podem trafegar naquele trecho. Entretanto, o material apresentado não inclui a regulamentação local ou informação oficial que permita afirmar que o guincho estivesse circulando em desacordo com alguma restrição.

Da mesma forma, o relato não permite concluir que a mudança de sentido tenha causado o acidente. A preocupação apresentada pela mãe é com a convivência entre veículos, pedestres e famílias que precisam acessar os estabelecimentos da via.

Sinalização e circulação de veículos são pontos a esclarecer

O episódio levanta questões de interesse público sobre o funcionamento da vaga escolar, o espaço disponível para embarque de crianças e as regras de circulação de veículos de maior porte naquele trecho.

O material disponível não traz posicionamento do órgão municipal responsável pelo trânsito sobre esses pontos ou sobre a alteração para mão dupla. Também não apresenta avaliação técnica das condições de segurança em frente à creche.

Ao registrar a ocorrência, a mãe pediu a documentação dos danos e da situação de risco que afirma ter vivenciado com a filha. A responsabilidade pelo acidente e as dúvidas sobre a regulamentação do trecho permanecem sem esclarecimento nos documentos apresentados.

ACOMPANHE O ECOSERRANO

 

Back To Top