Equipamentos passam a acompanhar corredores do plano de mobilidade e novas ligações viárias
Ao menos 59 câmeras já estão em funcionamento em pontos estratégicos de Campo Grande.A região deve alcançar 411 equipamentos ativos após a próxima etapa do plano viário na Zona Oeste de Rio de Janeiro.
Motoristas já enfrentam reflexos diretos na rotina de deslocamento nas principais saídas do bairro: Nesta segunda-feira, 23 de março de 2026, às 10h20, a Prefeitura do Rio confirmou a ampliação do monitoramento viário em Campo Grande com instalação de 187 novas câmeras integradas ao Centro de Operações e Resiliência do Rio, reforçando o acompanhamento de circulação em áreas afetadas pelas obras do plano de mobilidade urbana.
Nos três primeiros trechos já ativados, 59 equipamentos começaram a operar em corredores estratégicos e passam a transmitir imagens em tempo real para a sala de operações municipal, permitindo resposta mais rápida em acidentes, retenções e alterações no fluxo.
Estradas principais já recebem monitoramento em pontos de maior circulação: As primeiras câmeras foram distribuídas ao longo da Estrada da Posse, Avenida Cesário de Melo, Estrada da Caroba, Viaduto Alcir Pimenta, Rua Artur Rios e Rua Minas de Prata.
Também entram no sistema o entorno do Túnel Professor Moacyr Sreder Bastos e o trecho da Via Light de Campo Grande que conecta as galerias do túnel à Estrada da Posse. Segundo o COR-Rio, a escolha dos pontos considera locais de maior volume diário de tráfego e áreas que já registram retenções frequentes em horários de pico.
Nova etapa alcança anel viário e corredores até a Avenida Brasil: Até o fim deste mês, outras 25 câmeras devem ser instaladas no perímetro do Novo Anel Viário. Em abril, a previsão é de implantação de mais 103 dispositivos. Desse total, 53 serão colocados na Estrada do Campinho, corredor que liga Campo Grande à Avenida Brasil atravessando Inhoaíba, Cosmos e Paciência. Mais adiante, outro ponto chama atenção.
Estrada do Tingui entra na nova malha monitorada após revitalização: Outras 50 câmeras estão previstas para a Estrada do Tingui, que recentemente recebeu revitalização e prolongamento de 1,5 quilômetro. A obra criou nova conexão entre eixos importantes da Zona Oeste, ligando áreas próximas às estradas Guandu do Sapê, Capoeiras e Mendanha. Essa ampliação é considerada estratégica porque distribui parte do tráfego que antes se concentrava em corredores tradicionais do bairro.
Número total de equipamentos passa de 400 na região: Com a nova fase, Campo Grande e áreas diretamente conectadas ao plano viário passarão a ter 411 câmeras de monitoramento. Esse número representa uma das maiores coberturas viárias da Zona Oeste atualmente.
Segundo o chefe-executivo do COR-Rio, Thiago Curvello, a proposta é manter presença constante nos pontos recém-abertos pela prefeitura para garantir pronta resposta a ocorrências urbanas. Esse não é o primeiro episódio relacionado ao tema. Nos últimos anos, outros corredores estratégicos da cidade passaram por reforço semelhante após abertura de novos terminais, túneis e ligações expressas.
Novo túnel altera rotas internas e redistribui fluxo em Campo Grande: O Túnel Professor Moacyr Sreder Bastos é apontado como principal marco da primeira fase do Anel Viário. A estrutura conecta a Estrada da Caroba à Estrada da Posse, criando rota direta entre o centro de Campo Grande e a região da Posse. Na prática, isso reduz dependência de corredores como Estrada das Capoeiras e Estrada do Mendanha, historicamente pressionados pelo volume de veículos.
Próxima intervenção prevista alcança Santíssimo: A etapa seguinte do plano inclui duplicação da Estrada do Lameirão, em Santíssimo. Segundo a prefeitura, a obra amplia acesso à Avenida Brasil e reforça a ligação com a Estrada da Posse. A região já conta com dispositivos de monitoramento próximos ao cruzamento principal.
Impacto direto para quem circula diariamente na Zona Oeste: A expectativa é de que o sistema permita identificar rapidamente acidentes, congestionamentos, falhas semafóricas e bloqueios. Isso interfere diretamente no tempo de deslocamento de quem depende diariamente dessas vias para trabalho, escola e acesso a serviços. O assunto segue em observação.
Entenda também o que já mudou desde a última atualização sobre este tema: Desde a abertura das primeiras estruturas do plano de mobilidade, novos corredores passaram a redistribuir tráfego interno e alterar rotas tradicionais do bairro. Agora, o foco da prefeitura passa a ser monitorar continuamente esses novos caminhos.
Atualizado às 16h48: Segundo a programação municipal, novas instalações seguem em andamento e podem alterar temporariamente pontos de circulação próximos às obras.
O que muda no trânsito de Campo Grande agora?
Quantas câmeras já funcionam? 59 equipamentos já estão ativos.
Quantas serão instaladas ao todo nesta etapa? 187 novas câmeras.
Qual será o total na região? 411 dispositivos após conclusão completa.