Homem ainda ameaçou a adolescente. Veja os detalhes dessa história escandalosa
O MPRJ denunciou um funcionário de abrigo em Guaratiba por suposto estupro de vulnerável e obteve sua prisão preventiva. A investigação envolveu diversos núcleos do Ministério Público e da Polícia Civil.
Contexto do caso
Informações do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro indicam que a prisão preventiva de Cleiton da Silva Manoel foi decretada nesta quinta-feira, 4 de dezembro, após denúncia que aponta supostos atos de ameaça e estupro de vulnerável ocorridos dentro de um abrigo em Guaratiba, na Zona Oeste da capital.A decisão foi expedida pelo juízo da Vara Especializada em Crimes contra a Criança e o Adolescente (VECA), conforme procedimentos previstos para casos de alta gravidade envolvendo menores de idade.
Ação integrada do MPRJ
Segundo o MPRJ, a denúncia foi apresentada pela 1ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Territorial da Área Santa Cruz, do Núcleo Rio de Janeiro. A partir das informações recebidas, equipes da 43ª DP (Guaratiba) cumpriram o mandado de prisão preventiva.Dados da Promotoria apontam que o caso chegou ao conhecimento do órgão por meio de uma notícia de fato, o que motivou ações imediatas de proteção e coleta de provas.
Supostos atos cometidos no abrigo
De acordo com a denúncia, informações indicam que, em pelo menos duas ocasiões, o acusado teria praticado atos libidinosos contra uma adolescente de 12 anos. O documento também destaca que a vítima teria sido submetida a manipulação, ameaças, violência psicológica e degradação emocional.As autoridades ressaltam que todas as medidas seguem o rigor jurídico necessário, com produção antecipada de provas e oitiva especializada, procedimento usado para garantir segurança e proteção emocional à vítima.
Medidas adotadas após a denúncia
Fontes do MPRJ informam que o órgão atuou de forma integrada ao requisitar a instauração do inquérito, compartilhar dados com o Núcleo de Investigação Penal da Barra da Tijuca (NIP/MPRJ) e acompanhar os desdobramentos da investigação.O afastamento imediato do suspeito foi solicitado como medida de proteção, segundo o órgão.
Ações preventivas em abrigos da região
O Ministério Público afirma ainda que tem reforçado ações de prevenção e orientação nos abrigos da Zona Oeste por meio do projeto institucional Educar e Proteger. As atividades incluem visitas, palestras e ações voltadas ao enfrentamento do abuso e da exploração sexual infantil.As ações buscam fortalecer mecanismos de acolhimento e ampliar a rede de proteção de crianças e adolescentes.
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