Homem carrega mãe morta pela comunidade de Bateau Mouche, na Zona Oeste, no Rio de Janeiro e polícia investiga do caso

MACABRO: Homem carrega mãe morta pelas ruas do Rio de Janeiro

Vídeo circulou nas redes sociais. Atualização sobre o caso choca moradores. Cenas são muito fortes

Uma cena chocante surpreendeu moradores da comunidade Bateau Mouche, na Praça Seca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, na manhã desta quarta-feira (23). Um homem foi flagrado empurrando uma cadeira de rodas com o corpo da própria mãe, Aurora do Nascimento Marques, de 100 anos, já em avançado estado de decomposição. A Polícia Civil investiga o caso que ganhou grande repercussão nas redes sociais.

O Caso

Segundo informações, Aurora morreu na última terça-feira de causas naturais. O filho afirmou em depoimento que tentou contatar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para a remoção do corpo, mas alegou que o atendimento foi demorado. Sem alternativas, ele decidiu colocar o corpo da idosa em uma cadeira de rodas e levá-lo ao Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) da Praça Seca. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o homem empurrando a cadeira de rodas pela Rua Cândido Benício, sendo abordado por moradores incrédulos. Durante o trajeto, ele foi acusado por criminosos locais de ter causado a morte da mãe e acabou sendo agredido. Apesar das agressões relatadas, a Polícia Militar destacou que ele chegou à delegacia sem ferimentos.  

Histórico de Violência

O homem possui um histórico criminal preocupante. Ele já responde por dois boletins de ocorrência, além de ter cometido um homicídio no passado. Segundo relatos de moradores, ele frequentemente ameaça vizinhos e carrega objetos perfurantes. O homem teria afirmado que não cometeu novos crimes porque sua mãe ainda estava viva.

Ação das Autoridades

A Polícia Civil esteve no local, realizou uma perícia e encaminhou o corpo de Aurora ao Instituto Médico-Legal (IML) do Centro do Rio. A 28ª DP (Campinho) segue investigando as circunstâncias do caso, incluindo as agressões sofridas pelo homem e os detalhes do atendimento do Samu. Enquanto isso, a Secretaria Municipal de Assistência Social informou que o CRAS Gonzaguinha está à disposição da família para prestar o suporte necessário. O episódio ressalta questões como a falta de acesso a serviços essenciais e o impacto do histórico de violência no entorno da comunidade.

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