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Família muito conhecida devastada: Filha mata a própria mãe a marteladas

Vítima tinha 77 anos; As identidades dos envolvidos foram reveladas. Veja os detalhes

A Justiça decretou a prisão preventiva de uma mulher acusada de matar a própria mãe, uma idosa de 77 anos, dentro da casa da vítima, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio.

A decisão foi obtida na sexta-feira (11) pelo Núcleo de Atuação Perante a Central de Audiência de Custódia do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (NACAC/MPRJ).

A acusada foi identificada pelo Ministério Público como Priscilane Morais de Oliveira. A vítima era Delza Maria Alves Costa.

Segundo as investigações divulgadas pelo MPRJ, o crime teria ocorrido na quarta-feira (9). A vítima foi atingida com golpes de martelo dentro da própria residência.

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Suspeita teria encontrado a mãe com o companheiro

De acordo com a versão apresentada nas investigações, Priscilane acreditava que a mãe mantinha um relacionamento com seu companheiro havia aproximadamente nove anos.

Na quarta-feira, a acusada teria encontrado os dois na casa da idosa. Ainda segundo o MPRJ, ela teria atacado a mãe após surpreendê-los no imóvel.

Essa é a versão que consta na apuração divulgada pelo Ministério Público. A dinâmica, as circunstâncias e a responsabilidade criminal ainda serão analisadas ao longo do processo.

Justiça considerou risco para as testemunhas

Durante a audiência de custódia, o NACAC/MPRJ defendeu que a acusada permanecesse presa preventivamente.

A Justiça acolheu o entendimento do Ministério Público e considerou a gravidade concreta do crime e a forma como ele teria sido praticado. Também foram levados em conta antecedentes atribuídos à acusada.

Outro fundamento apresentado foi o risco de que a liberdade da investigada provocasse medo e insegurança nas testemunhas, interferindo na apuração dos fatos.

A prisão preventiva é uma medida cautelar. Ela pode ser decretada antes do julgamento para proteger a investigação, garantir a ordem pública ou assegurar a aplicação da lei penal.

A medida não equivale a uma condenação. A acusada mantém o direito de apresentar defesa, contestar as informações reunidas na investigação e recorrer das decisões judiciais.

Caso permanece sob apuração

O comunicado do Ministério Público não informa para qual unidade prisional a mulher foi encaminhada nem apresenta detalhes sobre os próximos atos do processo.

Também não foi divulgado, no material oficial, se a defesa da acusada já se manifestou sobre os fatos ou sobre a conversão da prisão em preventiva.

A investigação deverá reunir depoimentos, perícias e outros elementos para esclarecer as circunstâncias da morte. Posteriormente, caberá à Justiça decidir sobre a responsabilidade criminal da acusada.

As informações foram divulgadas oficialmente pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro.

Telefones úteis

Polícia Militar: 190
Para crimes em andamento, risco imediato ou emergência policial.

Central de Atendimento à Mulher: 180
Serviço gratuito de orientação, acolhimento e recebimento de denúncias de violência contra mulheres. Em situações de emergência, a orientação é acionar o 190.

Disque 100
Para denúncias de violações de direitos humanos, incluindo situações de violência ou negligência contra pessoas idosas.

RIO DA DEPRESSÃO: https://whatsapp.com/channel/0029VbAzBflJZg41UHQaoP0l

INFORME NA PISTA RJ: https://whatsapp.com/channel/0029Vadaiao9MF98Ocpdnx3m

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