Contratos assinados garantem veículos com tecnologia de ponta vão atender centenas de bairros cariocas com imapcto até em cidades próximas
O município inicia a primeira etapa com 169 ônibus previstos para julho e expansão total de 316 veículos na Zona Oeste. A mudança atinge diretamente bairros com histórico de falhas operacionais e maior demanda diária de passageiros.
Motoristas e passageiros já acompanham a expectativa de mudança no transporte logo nas primeiras horas do dia: Nesta quinta-feira, 13 de março de 2026, às atividades realizadas no Palácio da Cidade, no Palácio da Cidade, a Prefeitura do Rio de Janeiro assinou os contratos da primeira fase do Sistema RIO – Rede Integrada de Ônibus para os bairros de Campo Grande e Santa Cruz. O ato contou com a presença de Eduardo Paes, do vice-prefeito Eduardo Cavaliere e da secretária municipal de Transportes Maína Celidonio, com assinatura junto à Comporte Participações S.A., vencedora da licitação. A primeira etapa eleva a frota de 104 para 316 ônibus, com impacto direto nas linhas que circulam na Zona Oeste.
Primeira entrega terá 169 ônibus em julho e segunda fase chega em setembro: Segundo a Secretaria Municipal de Transportes, 169 veículos zero quilômetro começam a circular em julho, enquanto outros 147 ônibus entram em operação em setembro, completando o lote inicial. A previsão oficial indica reforço principalmente em corredores urbanos de maior circulação em vias como a Avenida Cesário de Melo, a Estrada de Santa Eugênia e a região de ligação entre Campo Grande e Santa Cruz.
Todos os veículos terão: ar-condicionado; carregadores USB; GPS integrado; câmeras internas; piso baixo acessível; botão de emergência para motoristas; sensores de temperatura. Além disso, o pagamento em dinheiro será gradualmente retirado dos coletivos.
Atualizado às 05h40: modelo prevê pagamento por quilômetro rodado: Atualizado às 05h40: a informação mantida pela Prefeitura confirma que o novo contrato adota remuneração por quilômetro rodado, com fiscalização baseada no Índice de Desempenho de Transporte (IDT). Esse sistema mede: regularidade das viagens; cumprimento de horários; qualidade operacional; desempenho da concessionária. Segundo a Prefeitura, isso amplia o controle público sobre o serviço.
Garagens públicas serão instaladas em Paciência: Cada contrato terá garagem pública própria. As duas estruturas serão implantadas na Estrada do Campinho, em Paciência, com: oficinas; área administrativa; abastecimento; manutenção operacional. A localização foi definida por permitir apoio logístico direto aos bairros atendidos.
Zona Oeste é prioridade por histórico de falhas operacionais: Segundo a Prefeitura, a escolha inicial da Zona Oeste ocorre porque a região apresenta um dos maiores índices de reclamação no transporte municipal. Hoje, a área opera com cerca de 500 ônibus. Ao final do processo, a previsão é ultrapassar 1.000 veículos.
O cronograma municipal prevê expansão gradual até 2028, incluindo: Barra da Tijuca; Jacarepaguá; Zona Norte; Zona Sul.
Centro de controle funcionará no COR: O monitoramento da frota será feito no Centro de Operações e Resiliência. O centro acompanhará em tempo real: atrasos; falhas operacionais; regularidade das viagens; integração com trânsito. Isso permitirá resposta mais rápida em incidentes viários.
Como a mudança no transporte do Rio afeta a rotina da cidade?
O que começa primeiro? A operação inicial em Campo Grande e Santa Cruz começa em julho com 169 ônibus.
Quantos veículos entram no sistema nesta fase? Ao todo, 316 ônibus serão incorporados em duas etapas.
Quando outras regiões serão incluídas? A Prefeitura prevê expansão gradual até 2028.