Veja o vídeo. “Se fosse de família rica, estariam todos procurando”: Familiares e voluntários atuam por conta própria e drama aumenta. Veja a atualização do caso que tem gerado grande comoção e quais são as notícias verdadeiras sobre a situação
Desde o último sábado, 19 de abril, o desaparecimento da senhora Adagmar, de 66 anos, tem mobilizado a comunidade de São Pedro da Serra, distrito de Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio. Diagnosticada com Alzheimer, a idosa foi vista pela última vez no fim da tarde, na localidade de Santo Antônio. Apesar das buscas iniciais com cães farejadores e atuação do Corpo de Bombeiros de Magé, os esforços oficiais foram suspensos. Agora, a procura pela idosa está a cargo de voluntários e guarda-parques da Área de Proteção Ambiental (APA).
🕵️♀️ Entenda o caso
Adagmar desapareceu no sábado, dia 19, e desde então nenhuma confirmação de seu paradeiro foi registrada. De acordo com moradores, ela teria sido vista em diversos trechos da região, incluindo Estrela, Tapera, Bocaina dos Blaudts e Bocaina dos Mafort — onde teria perguntado por um atalho. Imagens de câmeras de segurança analisadas por voluntários indicam que a idosa passou por um bambuzal em direção a Santo Antônio.Na terça-feira (23), roupas manchadas de sangue foram encontradas nas proximidades, mas não foram identificadas como sendo da idosa. A família ressalta que Adagmar costumava trocar roupas com vizinhos e conhecidos, o que dificulta a identificação de peças pessoais.Segundo a neta de Adagmar, circularam informações de que a idosa teria sido atacada por uma onça. A informação é falsa e já foi desmentida pela família, que pede responsabilidade diante do momento de tensão.Um casal de idosos chegou a ser levado à delegacia para prestar esclarecimentos, após uma possível ligação entre o homem e Adagmar. 😢 Desabafo da filha e abandono das buscas oficiaisA filha de Adagmar, visivelmente abalada, fez um forte desabafo em vídeo e denunciou que as buscas foram abandonadas pelas autoridades policiais. “Estamos sozinhos. Se fosse de família conhecida, estariam procurando”, disse, emocionada.
👥 Voluntários seguem mobilizados
Sem o apoio oficial contínuo, voluntários civis e familiares organizam uma força-tarefa para tentar localizar a idosa. Lanches, frutas, água e apoio logístico são oferecidos aos que participam das buscas. Moradores também colaboram com a coleta e análise de imagens de câmeras de segurança.A concentração das buscas se mantém na região da Bocaina dos Mafort, onde há esperança de encontrar algum vestígio que leve ao paradeiro de Adagmar.
📞 Como ajudar
A família reforça o apelo para quem puder colaborar com doações de alimentos, mantimentos ou imagens de câmeras de segurança de áreas como Estrela, Bocaina, Tapera e Estrada Vargem Alta. Os contatos para apoio são: